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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Tomate

     Olá!

     Nesse verão, não deixe faltar tomate na sua alimentação. 

     
     O tomate é um excelente hidratante, alimento próprio para verões intensos e praticantes de esportes. 
     Fonte muito baixa em calorias e gorduras, mas rica em fibras alimentares, minerais, vitaminas, recomendado no controle de colesterol e os programas de redução de peso.

História
     O tomate é um fruto originário de uma região situada na área que compreende do norte do Chile ao Equador, entre o Oceano Pacífico, os Andes, e as Ilhas Galápagos. 
     Os primeiros registros apontam para a sua chegada em Sevilha, na Espanha, no século 16. Em 1554, já se conhecia na Itália uma variedade amarela, chamada pelos italianos de pomo d’oro (maçã de ouro), que deu origem ao nome pomodoro. Na mesma época, a França atribuiu ao tomate virtudes afrodisíacas, chamando-o de pomme d'amour (maçã do amor).

Curiosidades
     O suco de tomate é salgado, picante e bem temperado.
     A dieta dos pontos classifica o tomate como "à vontade" devido sua grande eficácia em programas de redução de peso.

Fruta ou Legume?
     Uma questão bem polêmica diz respeito à classificação do tomate. Será ele fruta ou legume?
     Na verdade o que aconteceu ao longo dos anos foi uma confusão entre as palavras fruto e fruta.
     Um fruto é tudo o que nasce do ovário das plantas, a parte onde ficam as sementes, já uma fruta é um fruto adocicado e com muito sumo.
     Logo, toda fruta é um fruto, mas nem todo fruto é uma fruta, como é o caso do tomate.

     Mas então, o que é um legume? E por quê o coitado do tomate foi confundido com um legume?
     Na verdade, ele não foi confundido, ele é, de fato, um legume.
     Legumes e verduras são nomenclaturas que se referem à parte comestível da planta.
     Quando a porção comestível do vegetal são as folhas, flores, botões ou hastes utiliza-se a terminologia verdura. Já, quando os frutos, sementes ou partes que se desenvolvem na terra são consumidos, a nomenclatura correta é legume.
     O tomate é um fruto comestível, ou seja, um legume.

Variedades
     Atualmente existem mais de 2.500 variedades de tomates, com diversas cores, formatos e tamanhos.
     Para ver a lista completa, clique aqui.

Dicas
  • Os tomates se conservam bem fora da geladeira por poucos dias;
  • Tomates vermelhos se estragam rapidamente por isso, se não forem consumidos logo, devem ser colocados na geladeira, na parte inferior, dentro de sacos de plástico perfurados;
  • Tomates ‘‘de vez’’ devem ser mantidos em ambiente natural até o completo amadurecimento;
  • O tomate cru (inteiro ou picado) não deve ser congelado. Somente o molho de tomate pode receber este tratamento.
  • Se o tomate estiver mole, deixe-o de molho em água fria ou gelada por 15 minutos. Ele ficará mais firme e mais fácil de ser cortado;
  • Os tomates tipo Caqui são mais indicados para salada;
  • Para preparo de molho, purê e geléia prefira os tomates Santa Cruz ou Saladinha que apresentam maior rendimento;
  • O tomate Cereja pode ser usado inteiro como aperitivo ou em saladas;
  • Para facilitar a retirada da pele ou casca do tomate, espete-o com um garfo e leve-o ao fogo. Mantenha-o a certa distância para não queimá-lo e vá virando o fruto lentamente até começar a soltar a casca. Também pode-se mergulhá-lo em água fervente por alguns segundos, até que a casca se desprenda;
  • Quando o tomate é consumido cru, principalmente com casca, é fundamental higienizá-lo bem antes do consumo. Após lavagem em água corrente os frutos são deixados de molho em água filtrada com água sanitária (1 colher de sopa de água sanitária para 1 litro de água por 30 minutos). Em seguida, devem ser enxaguados com água filtrada. Deixar os tomates de molho na água com água sanitária ou com vinagre não elimina os resíduos de pesticidas ou agrotóxicos mas elimina microorganismos que possam estar na casca e causar doenças.
Tomate é saúde
     O tomate faz parte da alimentação básica de uma grande parte da população mundial, e não é à toa. Além de muito saboroso e versátil na gastronomia, o tomate também é um grande combatente na linha de frente da nossa saúde.
     O Sumo de tomate pode reduzir a tendência de coagulação do sangue além de conter uma mistura de potentes antioxidantes, incluindo licopeno, beta-caroteno, phytoene, fitoflueno, alfa-tocoferol e vitamina E.

Algumas das principais substâncias que compõem o sumo do tomate são:
  • Vitamina K: muito importante para a manutenção da saúde óssea;
  • Vitamina K1: fundamental para a mineralização óssea;
  • Riboflavina: que tem se mostrado útil para reduzir a frequência das crises de enxaqueca;
  • Cromo: ajuda os pacientes diabéticos a manter os seus níveis de açúcar no sangue sob controle;
  • Vitamina C: o consumo de alimentos ricos em vitamina C ajuda o corpo a desenvolver resistência contra agentes infecciosos e varrer os radicais livres prejudiciais;
  • Niacina: usada há anos como uma forma segura de diminuir os níveis elevados de colesterol;
  • Potássio: dietas ricas em potássio foram mostrados para baixar a pressão arterial e reduzir o risco de doença cardíaca;
  • vitamina B6 e ácido fólico: ambos são necessários pelo organismo para converter um produto químico potencialmente perigoso chamado homocisteína em outras moléculas benignas;
  • Potássio: um tomate médio apresenta aproximadamente 60mg e a ingestão de uma garrafa de suco de tomate, por semana, contém o potássio necessário ao organismo humano, sendo um bom para controle da pressão arterial elevada e no tratamento da retenção de líquidos;
  • Manganês: importante na formação da estrutura óssea e vital à atividade das enzimas;
  • Ferro: essencial para evitar anemia;
  • Fósforo: atua na conversão dos alimentos em energia e auxilia o corpo na utilização da vitamina E;
  • Licopeno: segundo estudos científicos, o licopeno (pigmentos vermelhos) pode reduzir o risco de vários tipos de câncer como câncer de próstata, rectal, mama, endométrio, pulmão e câncer de pâncreas.
Qual o seu jeito preferido de comer tomate?

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Especial de Natal: Rabanadas

    Olá!

    Continuando nosso Especial de Natal, hoje vamos falar de Rabanada!



    A rabanada é um prato típico português, também conhecido como "fatia-dourada".

História
    As primeiras receitas de rabanadas já documentadas remontam ao século XV, naquela época eram utilizados pães velhos, mel, ovos e vinho em sua preparação. 
    Desde então, foram criadas muitas variantes, começando pelo pão que atualmente é preparado especificamente para rabanadas.
    Algumas receitas ainda utilizam o vinho, outras utilizam leite, outras molham as rabanadas só com mel quente. Porém todas consistem em umedecer o pão e fritá-lo, caracterizando esse delicioso prato natalino.

Curiosidades
    As rabanadas, foram muito difundidas como comida ideal para mulheres que havia acabado de dar à luz. Diz-se que comer rabanadas ajuda a aumentar a produção de leite materno.

Receita
Rabanadas

Ingredientes
  • 1 baguete de pão para rabanada
  • 1 litro de leite
  • 2 xícaras (chá) de açúcar
  • 6 ovos batidos
  • Óleo para fritar
Cobertura
  • açúcar à gosto
  • canela à gosto
Modo de preparo
Corte a baguete em fatias médias
Em um refratário, misture o leite com o açúcar.
Mergulhe as fatias de pão, até que elas estejam bem molhadas.
Em outro refratário, bata os ovos
Passe as fatias molhadas de leite nos ovos batidos
Frite as fatias em óleo quente, virando para que os dois lados estejam firmes e dourados.
Escorra as rabanadas em papel toalha para retirar o excesso de óleo.
Mergulhe as rabanadas fritas em um refratário com canela e açúcar a gosto.
Pode-se servir quente ou gelada.

Simples e fácil de fazer.
Quem resiste a uma boa rabanada?

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Especial de Natal: Biscoitos de Gengibre

    Olá!

    Continuando nosso Especial de Natal, hoje temos os adoráveis Biscoitos de Gengibre!


    Os Biscoitos de Gengibre não são tão populares no Brasil, porém são muito tradicionais no natal europeu e na América do Norte.

História
    Ao que se conta, tudo começou quando a Rainha Elizabeth I, da Inglaterra, decidiu que em sua festa de Natal seria servido homenzinhos de pão de mel e gengibre que retratavam seus convidados. 
    Desde então, pães de mel e biscoitos de gengibre se tornaram tradição na época natalina.

Curiosidade
    Por possuírem uma grande durabilidade fora da geladeira, os biscoitos também são pendurados nas árvores de natal e são usados como decoração em geral. Também é bem tradicional fazer maquetes de casas construídas com pães de mel.

O Homem de Biscoito de Gengibre
    Em 1875, foi publicada uma fábula chamada O Homem de Biscoito de Gengibre (The Gingerbread Man).

    A fábula conta que uma velha senhora estava a assar um grande biscoito de gengibre em formato de boneco e quando abriu o forno, o biscoito pulou da fôrma e saiu correndo pela janela.
    A senhora e o marido começaram a correr atrás dele, pois estavam com muita fome, mas ele conseguiu escapar, enquanto gritava "Corra! Corra! Corra o mais rápido que puder! Você não pode me pegar! Eu sou o homem de biscoito de gengibre!
    Enquanto corria, o homem de biscoito de gengibre encontrou um porco que disse: “Pare! Pare! Eu quero comer você!” E então ele respondeu: “Corra! Corra! Corra o mais rápido que puder! Você não pode me pegar! Eu sou o homem de biscoito de gengibre!”.
    Mais à frente, ele encontrou uma vaca faminta, que também queria comê-lo. E ele repetiu: “Corra! Corra! Corra o mais rápido que puder! Você não pode me pegar! Eu sou o homem de biscoito de gengibre!”
    E todos corriam atrás do homem de biscoito de gengibre: a velhinha, o marido da velhinha, o porco e a vaca, mas ninguém conseguia alcançá-lo.
    E então um cavalo também o viu e disse: “Pare, homenzinho! Eu quero comê-lo!” E o homem de biscoito de gengibre falou mais uma vez: “Corra! Corra! Corra o mais rápido que puder! Você não pode me pegar! Eu sou o homem de biscoito de gengibre!”
    Então o cavalo também começou a correr atrás dele. O pior é que o homem de biscoito de gengibre percebeu que estava correndo em direção ao rio. Ele pensou: “Oh, não! O rio! Agora eles vão conseguir me pegar! Como eu vou conseguir atravessar o rio?”
    Foi nesta hora que uma esperta raposa saiu de trás da árvore e disse: “Eu posso ajudar você a atravessar o rio. Pule no meu rabo e eu nado até o outro lado.”
    O homem de biscoito de gengibre, desconfiado, perguntou à raposa: “Mas você não vai querer me comer?” E ela respondeu; “Claro que não! Eu só estou tentando ajudar!” O homem de biscoito de gengibre acreditou na raposa e pulou no seu rabo.
    Mas a raposa disse: “Você é muito pesado. Pule nas minhas costas, para eu poder nadar.” E ele pulou.
    Quando estavam no meio do rio, a raposa disse: “Você é muito pesado. Pule no meu focinho!” E o homem de biscoito de gengibre pulou no focinho da raposa.
    Quando chegar à outra margem, a raposa jogou o homem de biscoito de gengibre para o alto, com a intenção de agarrá-lo com a boca, para poder matar a sua fome.
    Mas o homem de biscoito de gengibre era mais esperto do que a raposa e saiu correndo, dizendo: “Corra! Corra! Corra o mais rápido que puder! Você não pode me pegar! Eu sou o homem de biscoito de gengibre!”
    A raposa escorreu na margem do rio, caiu na água e foi levada pela correnteza.
    E, desde esse dia, o homem de biscoito de gengibre corre por aí, sem que ninguém consiga pegá-lo.

Receita
Biscoitos de Gengibre e Mel

Ingredientes
  • 2 xícaras (chá) de farinha de trigo
  • 100 g de manteiga
  • 2 colheres (chá) de gengibre, em pó
  • 1 colher (chá) de bicarbonato de sódio
  • 1 ovo batido
  • 4 colheres (sopa) de mel
  • 1 xícara (chá) de açúcar, mascavo
  • manteiga e farinha para untar
Glacê
  • 1 clara de ovo
  • açúcar de confeiteiro, o quanto baste
  • corante alimentício líquido nas cores que desejar
Modo de Preparo
Biscoito
Coloque a manteiga, o açúcar e o mel numa panela média e leve ao fogo baixo para derreter.
Mexa bem até que toda a mistura tenha derretido.
Coloque a farinha de trigo, o gengibre e o bicarbonato, peneirados, num recipiente.
Acrescente a calda derretida e o ovo batido no recipiente com a farinha.
Mexa bem com uma colher de pau até obter uma massa uniforme.
Embrulhe a massa em filme plástico.
Não se preocupe com a consistência da massa, pois a princípio ela fica muito mole.
Leve a massa à geladeira por no mínimo 12 horas.
Polvilhe uma superfície lisa com bastante farinha de trigo.
Abra a massa com um rolo, deixando uma espessura de 0,5 cm.
Corte a massa com cortadores de formatos variados. Se você não tiver nenhum, use a boca de um copo.
Unte uma assadeira com manteiga e farinha.
Distribua os biscoitos na assadeira, deixando uma margem de 2 cm entre eles. 
Pré-aqueça o forno em temperatura média (180 graus). 
Leve ao forno pré-aquecido por 10 minutos ou até que os biscoitos comecem a dourar.
Retire os biscoitos do forno e espere esfriar.
Quando os biscoitos ficarem firmes, retire-os com a ajuda de uma espátula.
Se preferir, enfeite os biscoitos com o glacê.
Conserve em recipiente fechado, em local seco e arejado.

Glacê
Coloque a clara num recipiente e bata ligeiramente com um garfo até obter uma leve espuma.
Acrescente o açúcar aos poucos, mexendo sempre, até obter um creme não muito mole.
Reserve um pouco do glacê branco e tinja o restante das cores desejadas.
Enfeite os biscoitos com a ajuda de um palito ou de um saco de confeitar.


    Os biscoitos podem ter o formato e a decoração que você desejar.
    Que tal deixar sua imaginação voar?

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Especial de Natal: Panetone

   Olá!

   Durante essa semana faremos um especial de natal, trazendo tradições e curiosidades sobre essa época do ano! E começamos com o nosso querido Panetone!


   O panetone é um pão doce de massa leve, tradicionalmente recheado de frutas secas.

História
   Criado na Itália, o panetone se tornou um dos alimentos mais tradicionais da época natalina.
   Não se sabe ao certo a história de sua criação, porém a história mais popular é de que ele teria sido criado por um jovem padeiro, para impressionar o pai da jovem que ele cortejava. Conta-se que o pai da jovem se chamava Toni, sendo assim o pão passou a ser chamado de Pane di Toni, e posteriormente apenas Panettone.
   O pão se tornou muito popular por ser maior que os outros pães naquela época, e também por ter no topo a figura de uma cúpula de igreja.
   Com o tempo, o panetone se espalhou pelo mundo e muitas variações foram criadas, como o chocotone o sorvetone e a colomba pascal.


Panetone Tradicional
Rendimento: 3 unidades de aproximadamente 500g.

Ingredientes
  • 1 kg farinha de trigo;
  • 90 g fermento fresco para pão (6 tabletes);
  • 1 copo de água morna;
  • 200 g manteiga;
  • 6 gemas;
  • 1 xícara (chá) açúcar;
  • ½ xícara (chá) mel;
  • 1 colher (chá) sal;
  • casca ralada (bem fina) de 1 laranja;
  • 1 pitada baunilha.

Recheio
  • 150 g frutas cristalizadas picadas;
  • 150 g uvas passas.

Modo de preparo
Faça uma esponja com 100 gramas de farinha, o fermento e um pouquinho de água e deixe descansar por 15 minutos.
Bata a manteiga com as gemas, o mel e o açúcar.
Junte todos os ingredientes e faça uma massa bem macia.
Abra a massa e jogue as frutas por cima.
Vá enrolando a massa em forma de bola para que as frutas se misturem de forma uniforme.
Deixe descansar coberta com um pano, por 20 minutos.
Após o descanso, coloque a massa nas formas de papel próprias para panetone e deixe crescer, sempre coberta, até quase dobrar o volume.
Faça cortes em forma de cruz, com uma lâmina afiada, e leve para assar em forno médio (180ºC) por aproximadamente 40 minutos.


   O que acha de um panetone caseiro fresquinho na sua mesa de natal?

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Caesar Salad (Salada César)

Olá!

     A história mais aceita sobre o nascimento desta receita conta que ela foi criada por Caesar Cardini em 4 de julho de 1924.
     Conta-se que nesta noite muito movimentada em seu hotel Caesar Place, o chef italiano precisou improvisar com os poucos ingredientes que ainda tinha na dispensa.
     Assim, Caesar anunciou aos clientes que iria servir um novo prato que seria preparado diretamente no palco do salão. Com um bom espetáculo, ele conseguiu entreter o público e salvar a noite.
     Rapidamente a salada se popularizou e hoje em dia existem muitas variações da receita em que são acrescentados anchova ou aliche e outros ingredientes.
     
Caesar Salad 
Ingredientes:
  • 3 pés de alface americana;
  • 3 fatias de pão de fôrma;
  • 1 xícara de azeite;
  • 2 dentes de alho;
  • 3 colheres de sobremesa de suco de limão;
  • 2 colheres de sobremesa de mostarda (de Dijon);
  • 2 colheres de sobremesa de molho inglês (Worcestershire sauce);
  • sal, pimenta;
  • 1 ½ xícara de queijo parmesão ralado.
Modo de Preparo:

Croutons
Corte as fatias de pão em cubos;
Passe-os no azeite e asse até que fiquem dourados.

Molho
Bata no liquidificador o alho, suco de limão, mostarda e molho inglês.
Vá acrescentando o azeite aos poucos enquanto vai batendo.

Montagem
Lave, escorra e seque as folhas de alface.
Corte as folhas de alface com as mãos, procure cortar em pedaços médios.
Em saladeira, junte o alface e o molho e misture bem.
Decore com parmesão ralado e com os croutons.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Sopa

Olá!

Para dar um ar de aconchego, que tal uma boa sopa?


     A sopa é um alimento líquido ou pastoso presente na alimentação humana desde que o homem pré-histórico encontrou um meio de aquecer a água para cozinhar alimentos.

História

     Muito provavelmente a sopa deve ter sido a primeira comida elaborada e criativa da História, já que resulta da mistura de ingredientes que podem variar entre cereais, hortaliças e carnes de diversos tipos.
     A sopa está presente na alimentação desde que o homem percebeu que poderia cozinhar as carnes que caçava para amaciá-las e adicionar sabor conforme outras coisas eram acrescentadas na água.

     No século 12, a sopa era servida de 5 a 6 vezes ao dia, cada vez uma sopa diferente mas sempre eram servidas em tijelas fundas com um grande pedaço de pão no fundo.
     Já na Idade Média, as sopas viraram moda, não só pela sua variedade de sabores mas também pelo seu valor nutricional. Nessa época a medicina reconheceu suas virtudes terapêuticas e passou a receitar sopas como remédio, sendo o caldo de galinha o mais cotado, antes de qualquer outra.
     A partir do século 16, as cozinhas italiana e francesa deram o seu "toque de classe" à arte de prepará-las. A primeira introduziu a novidade das massas e ervas aromáticas como o tomilho, e a manjerona. Na França, os cozinheiros davam o seu melhor, batizando as suas invenções com nomes de reis.
   
    E mesmo com toda a evolução a nossa volta, a sopa ainda é parte fundamental na alimentação, desde sopas prontas congeladas, em lata, desidratadas e até mesmo aquela sopinha caseira com ingredientes fresquinhos que enchem a casa com seu perfume e abrem o apetite.

Sopas famosas
  • Brasil: Bambá de Couve (farinha de milho e couve), Caldo de Mocotó, Caldo de Feijão;
  • Portugal: a Canja (que, segundo alguns especialistas, terá vindo da Índia) e o Caldo Verde;
  • Espanha: o Gazpacho (com tomate, pepino, alho, pão e azeite, servida fria).
  • França: a Soupe à l'Oignon (a base de cebola) e a Bouillabaisse (a base de legumes com frutos do mar frescos), Bisque (cremosa, a base de frutos do mar);
  • Inglaterra: a Oxtail (sopa de rabo de boi);
  • Itália: o Minestrone (com feijão, massas e legumes,comumente feita com lingüiça);
  • China: a Sopa de Ninhos de Andorinha, Won Ton (caldo com bolinhos recheados de hortaliças e carne);
  • Japão: Missoshiro (caldo de peixe com missô)
  • Vietnã: Canh Chua (caldo aromatizado com hortelã e tamarindo com pedaços de peixe);
  • Tailândia: Tom Kha Gai (de leite de coco com frango, muito coentro e outros aromas);.
  • Rússia: o Bortsch (de beterraba frescas, servida quente ou fria);
  • México: Posole (com carne de porco ou frango, caldo e canjica);
  • Estados Unidos: Vichyssoise (de batata e alho porro, servida fria); Clam Chowder (creme encorpado, quase em mingau a base de moluscos, batatas e leite)
  • Cuba: Sopa de Frijoles com Calabaza, (de feijões com abóbora);
  • Haiti: Consommé a l'Orange (de caldo de frango, suco de laranja e cravo da índia)
  • Egito: Melokhia (a base de uma erva egípcia que dá nome à sopa e carne de cordeiro ou frango);
  • Israel: Pumpkin Soup (de abóbora e caldo de frango).
     Aqui em casa, sopa é sempre uma boa pedida, algumas vezes é carregada de ingredientes, mas na maioria das vezes leva mesmo só batata, macarrão, alguns temperos e uma carne que esteja "dando sopa" na geladeira.

     Então, qual é a sua sopa preferida?

sábado, 31 de março de 2012

Caipirinha

Olá!
Hoje vamos falar de caipirinha!

A caipirinha é uma bebida originalmente brasileira. 
Tradicionalmente ela é feita com cachaça, limão não descascado, açúcar e gelo. Além de ser muito popular por aqui, também é uma referência ao Brasil internacionalmente.

Pouco se sabe sobre como, quando e onde foi criada. A versão mais aceita é de que tenha sido uma evolução de uma bebida usada como remédio para gripes e resfriados. Esta bebida era composta por cachaça, limão, alho e mel.

Variações

Hoje em dia, a caipirinha é apreciada pelo mundo todo e, com o tempo, o limão foi dando espaço para novas frutas como, por exemplo, morango, maracujá e, até mesmo, uma mistura de frutas, como é o caso da caipirinha de frutas vermelhas, feita com amora, morango e framboesa.
A cachaça também tem sido substituída por outras opções como vodca, saquê ou rum.

Preparação

Apesar de ser bem comum utilizar uma coqueleteira para preparar a caipirinha, o tradicional é que tudo seja preparado no mesmo copo em que a bebida será servida.

Ingredientes(uma dose):

  • Meio limão
  • 2 colheres (sopa) bem cheias de açúcar
  • 3 cubos de gelo
  • Cachaça

Corte o limão em pedaços médios;
Coloque os pedaços de limão no copo e adicione o açúcar;
Utilize um socador ou pilão de madeira para socar os pedaços de limão e soltar o suco;
Adicione a cachaça e o gelo;
Mexa bem a bebida para misturar o açúcar.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Coxinha


Olá!

Hoje resolvi pesquisar sobre a história desse salgado delicioso e acabei por descobrir que, na verdade, a coxinha é brasileira! 


Como sempre, é difícil saber ao certo quando, como e onde tudo começou. Mas atualmente, uma coxinha é definida como um salgado à base de massa feita com farinha de trigo e caldo de galinha, que envolve um recheio elaborado com carne temperada de frango. 

Encontrei 3 teorias que achei plausíveis:

Lenda Número 01:
Essa história conta que a coxinha foi criada em 1810 em uma cidadezinha do sul do amazonas chamada Tefé. Certa vez, um grupo de seringueiros que lá viviam, foram atacados por índios. Os seringueiros fugiram e deixaram para trás as galinhas. Os índios, para comemorar a vitória, resolveram cozinhar as galinhas e envolvê-las em uma massa à base de farinha de milho, preparando as primeiras coxinhas do mundo!

Acho que envolver carne de animal em farinha de milho, realmente parece algo que os índios faziam com certa frequência. 
      Facilmente encontrei o site oficial da cidade Tefé - AM. No entanto, na história da cidade, nada se diz a respeito. Se eu morasse na cidade que inventou o salgado mais popular do país, certamente teria orgulho disso. 


Lenda Número 02:
Esta história explica que a coxinha foi criada pelos escravos que, por falta de alimento, juntavam os restos que ficavam nos ossos e os envolviam em uma massa e fritavam.

Acho que dá até para imaginar. Se eu tivesse pouca comida, daria um jeito de comer até osso para não passar fome.

Lenda Número 03:
Essa história parece ser a mais aceita de modo geral. Foi até publicada em um livro de receitas, como a história oficial da criação da nossa querida coxinha.

De acordo com o livro HISTÓRIAS E RECEITAS, de Nadir Cavazin:

Oficialmente a história da cidade de Limeira registra duas vindas do Imperador Dom Pedro II e da Imperatriz Tereza Cristina a Limeira. Essas visitas formais teriam ocorrido uma em agosto de 1876, e outra, a mais demorada, em outubro de 1886, quando, após participarem da Missa da Matriz e recepção domiciliar por parte de cidadãos ilustres, foram hóspedes na Fazenda Morro Azul. No entanto, contam os antigos que na informalidade era intenso o intercâmbio de habitantes desta região com a nobreza imperial. Existe, inclusive, um curioso relato, de difícil confirmação histórica, que na Fazenda Morro Azul vivia um menino, filho da Princesa Isabel e do Conde D’Eu, mantido longe da corte porque seria considerado deficiente mental. Essa criança exigia intensos cuidados na alimentação “Quando cismava em não comer” explicavam os antigos moradores “dava um trabalho danado! Por outro lado, se apreciava um alimento, não havia o que chegasse! Queria mais e mais! As coxas de galinha constituíam a sua predileção. O peito, as asas e os demais pedaços eram rejeitados e servidos as outras pessoas”. A cozinheira da fazenda, certa vez, não tendo o número suficiente de frangos “no ponto” e prevendo a gritaria do menino pela falta de sua apreciada comida, resolveu transformar uma galinha inteira em coxas. Preparou a seu modo a receita e o sucesso foi total. O filho da Princesa gostou tanto que as “coxinhas de galinha” passaram a fazer parte de suas refeições. A Imperatriz, quando veio a Limeira quis saber tudo sobre seu neto e ao observar com que prazer o pequenino saboreava a iguaria, não resistiu – provou, gostou e solicitou que o modo de preparo fosse fornecido ao Mestre da cozinha imperial. Assim, a humilde coxinha de galinha teve seu tempo de nobreza pelo acesso à Corte, e Altos Salões, graças a esta receita “provada e aprovada por especial indicação de Sua Majestade Imperial, a Imperatriz Tereza Cristina”.

Basicamente, uma cozinheira teve que virar a cozinha do avesso para agradar um menino teimoso e exigente. Tenho que admitir que faz sentido!

Receita Original

De acordo o livro (HISTÓRIAS E RECEITAS, de Nadir Cavazin) a receita original da coxinha é a seguinte:


sábado, 24 de março de 2012

Licor

Olá!


A definição de um licor seria basicamente uma bebida muito doce, feita através da infusão de alimentos em cachaça ou álcool bastante concentrado.

Antigamente, os licores eram considerados remédios milagrosos. Monges que estudavam frutas e ervas começaram a desenvolver elixires que prometiam ser a cura para diversas doenças.
Daí veio a tradição de se beber uma pequena taça de licor, após as refeições, para auxiliar a digestão.

Na época da Inquisição, os licores foram vistos como um tipo de "bruxaria" por seus efeitos misteriosos de cura. Mas isso tudo acabou quando o Papa foi salvo por um licor de vinho, ervas e pepitas de ouro.
Desde então, o licor se difundiu por todo o mundo e inúmeros sabores foram criados.

Por volta de 1510, um grande estudioso de ervas misturou 27 especiarias em busca do elixir da longa vida. O que ele conseguiu foi o mítico licor âmbar de sabor apreciadíssimo por nobres e monarcas. Atualmente este licor é vendido com o nome Bénédictine. Ele é fabricado na região da Normandia e sua fórmula original ainda é utilizada e mantida em segredo absoluto.

Dicas
  • Os licores sejam servidos em cálices pequenos, de preferência transparentes, para que a cor possa ser apreciada.
  • O ideal é que os licores sejam servidos em temperatura ambiente, para que o sabor não seja prejudicado.
  • Ao contrário do vinho, a garrafa deve ser guardada na posição vertical.
  • Restinhos de licor no fundo do vasilhame, guardados por muito tempo, podem deteriorar e acabar estragando.
  • Ao preparar licor caseiro, utilize sempre um recipiente escuro e/ou com rolha, de preferência de vidro, para não alterar o sabor.
Qual seu licor preferido?

segunda-feira, 19 de março de 2012

Salada de Segunda

Olá!

Depois da Macarronada de Domingo, uma saladinha parece uma boa idéia!




A salada deve ter sido um dos primeiros pratos inventados no planeta, afinal até alguns séculos atrás ainda significava uma simples mistura de vegetais crus e temperados com sal. Daí o nome, de origem provençal, que significa "comida salgada".

Com o tempo foram acrescentados novos ingredientes, sempre cozidos e, em sua maioria, eram de cor verde. Os romanos foram os primeiros a acrescentar carnes, peixes, frios, ovo, frutas e outros.

Foi na França que a preparação de saladas se tornou mais atraente e tomou forma artística. E assim surgiram os especialistas na preparação de saladas.

Um dos mais famosos preparadores de saladas foi Monsieur d’Aubignac. Havia hora marcada para que ele comparecesse munido de frascos de azeites e vinagres aromáticos, ervas, temperos em pó, vasinhos de mostarda, trufas, alcaparras e azeitonas para organizar a preparação de saladas para as famílias mais importantes da cidade.

Curiosidades

Em cada região as saladas são consumidas de formas diferentes, por exemplo:
  • Na França e nos restaurantes dos Estados Unidos da América, a salada é servida antes do prato principal, como uma espécie de aperitivo;
  • Em Portugal, a salada é servida como um acompanhamento do prato principal, sendo que , muitas vezes, o primeiro prato é a sopa;
  • Em Moçambique, muitas pessoas pobres das cidades comem apenas uma salada como a refeição principal do dia; 
  • A salada como refeição principal está igualmente a tornar-se comum nos países industrializados, mas como forma de variar a dieta, havendo inclusive restaurantes que servem exclusivamente saladas.
E como é a sua salada preferida?

domingo, 18 de março de 2012

Macarrão de Domingo


Olá!

    Durante minha infância, domingo era dia de Macarronada! E eu, que sempre fui fã de carteirinha de todo tipo de massa, esperava ansiosa a semana inteira para comer meu prato preferido!
    Por muito tempo pensei que era coisa da minha mãe, mas na verdade muita gente tem este costume no Brasil.

    Não se sabe ao certo quem "inventou" o macarrão. Ao que parece, vários povos parecem ter resolvido moer cereais e misturá-los com um pouco de água, inventando algo que mais tarde iria se transformar no nosso querido macarrão.
    A versão mais aceita é de que os árabes sejam os pais do macarrão, pois levaram o macarrão para a Sicília no Século IX, quando conquistaram a maior ilha italiana.

    Desde então os italianos criaram mais de 500 variedades de tipos e formatos!

    Quando os imigrantes italianos chegaram ao Brasil, trouxeram junto o macarrão e uma grande vontade de manter seus costumes não importa aonde estivessem. Por isso, no Brasil e principalmente em São Paulo, é costume comer macarrão aos Domingos.

Etiqueta

    Para os italianos, comer é uma arte!
    Confira abaixo algumas dicas de como se comer macarrão à la italiano:

  • Comece a enrolar a massa pela borda do prato, para evitar uma garfada grande demais.
  • Nunca, em hipótese nenhuma, corte o macarrão, é mais difícil comê-lo cortado.
  • É considerado pecado acompanhar macarrão com refrigerante ou cerveja. São permitidos vinhos, especialmente o tinto, e água, que não interferem no sabor do molho.
  • Não tenha medo de passar o pão para recolher o molho que sobrou no fundo do prato. É sinal de que estava gostoso e soa como um elogio ao cozinheiro.
  • Não coloque queijo ralado em molhos com peixes ou frutos do mar, pois o gosto ativo do queijo altera o sabor do molho.
  • Se sobrar um fiozinho para fora da boca, corte-o com os dentes, deixando-o cair no prato.
  • Mantenha um guardanapo na mão esquerda e, a cada garfada, use-o para proteger a roupa.
  • O hábito de usar colher para ajudar a enrolar o espaguete surgiu no Brasil - foi uma sugestão dos imigrantes para socorrer nativos atrapalhados. Os especialistas acham "demodê", ou seja, melhor evitar.

Curiosidades

  • Spaghetti quer dizer barbante;
  • A palavra macaronis seria derivada do verbo maccari, de um antigo dialeto da Sicília, significa achatar e que, por sua vez, vem do grego makar, que quer dizer sagrado;
  • Durante escavações no sítio arqueológico Lajia, junto ao Rio Amarelo, na China, cientistas encontraram o mais antigo vestígio conhecido da fabricação do macarrão pelo homem. Com cerca de 4 mil anos, o fio de macarrão amarelo tem cerca de 50 cm de comprimento por 0,3 cm de espessura, e estava dentro de uma vasilha virada de cabeça para baixo, soterrada a cerca de três metros da superfície.

E então?  Vai ter macarrão hoje?

sexta-feira, 16 de março de 2012

Que tal um cafezinho?

    Olá!
    Para começar, que tal algo tão tradicional quanto o cafezinho?


      A história do café começou no século IX, não se sabe ao certo como.
    Uma lenda conta que um pastor percebeu que seus carneiros ficavam mais agitados quando comiam dessa estranha planta e decidiu prová-la. Outra lenda conta sobre um homem que resolveu provar desses pequenos frutos e como eram tão amargos, ele decidiu torrá-los para tentar melhorar o gosto, sem muito sucesso. Então ele pensou em ferver os grãos torrados em água, em uma última tentativa de consumir aqueles pequenos frutos, e descobriu que assim ficava muito mais gostoso.
    Seja como foi que aconteceu, rapidamente o café alastrou pelo mundo até chegar aqui, na nossa mesa.

É bom, e faz bem!

    De acordo com o professor Darcy Roberto de Lima, que escreveu vários estudos sobe o café, quatro xícaras da bebida por dia, regularmente, podem aumentar a capacidade de atenção, concentração e de formação de memória em adultos e crianças. Além disso, tomar café diminui a incidência de apatia, desânimo e depressão.
    Já o uso sem regularidade aumentaria a atenção apenas por um determinado período. Por isto, o professor recomenda um uso diário e moderado - bem mais eficiente do que uma eventual superdose, típica das vésperas de prova!
    Para desfrutar dos efeitos benéficos para o aprendizado, recomenda-se beber o café pela manhã, na primeira hora após acordar. Com leite, os efeitos são os mesmos; o valor nutritivo é que aumenta. Por isto, café com leite é uma boa opção para crianças e adolescentes.
    Ainda de acordo com o professor, o café atuaria sobre as áreas do cérebro que induzem ao desejo de superação, fazendo com que o humor fique mais bem equilibrado e evitando os sentimentos de depressão e de necessidade de consumir estimulantes. 

Veja as doses máximas diárias recomendadas para cada idade.
    De 6 a 10 anos: 3 xícaras por dia.
    De 10 a 20 anos: 6 xícaras por dia.
    De 20 a 60 anos: 9 xícaras por dia.
    Acima de 60 anos: 6 xícaras por dia.

Dicas:
  •     Para conservar o aroma do pó de café, junte um pouco de açúcar no pó fresco, antes de colocá-lo em um recipiente fechado.
  •     Para tirar mancha de café das roupas e outros tecidos, é só passar uma pedra de gelo que a mancha sairá com facilidade.
  •     Para tirar o cheiro de alho ou cebola das mãos, basta passar pó de café molhado nas mãos.
  •     Depois que abrir a embalagem do pó de café, o melhor é manter o pó em recipiente bem fechado, de preferência na geladeira.
  •     Se possível, tenha uma colher específica apenas para o café.
  •     Antes de usar o coador de pano pela primeira vez, ferva-o em água misturada com café para tirar o cheiro forte do pano.
  •     Não deixa a água ferver por muito tempo. O ideal é utilizá-la ao primeiro sinal de fervura.
  •     A proporção recomendada para o preparo do café é uma colher de sopa para cada xícara(chá) de água.

As formas de consumo do café no mundo:

    Em cada parte do mundo, há maneiras diferentes de se preparar e consumir o tradicional cafezinho.
    Segue algumas dessas maneiras:

França: na maioria das vezes, o café é bebido juntamente com chicória.
Áustria: pode-se beber o café juntamente com figos secos, sendo que em Viena, a capital do país, é uma tradição o oferecimento de bolos e doces para acompanhar o café com chantilly.
África e Oriente Médio: é comum acentuar o sabor do café com algumas especiarias, tais como canela e cardomomo, alho ou gengibre.
Bélgica: o café é servido com um pequeno pedaço de chocolate, colocado no interior da xícara, que será derretido quando entrar em contato com o café.
Itália: o café expresso preto é servido em xícaras pequenas, acompanhadas de tiras de limão.
Grécia: o café é acompanhado por um copo de água gelada.
Cuba: o café é bebido em um só gole, bastante forte e doce.
Sul da Índia: o café é misturado com açúcar e leite e servido com doces.
Alemanha: é servido com leite condensado ou chantilly.
Suíça: adiciona-se ao café um licor, o "kirsch".
México: em muitos lugares, o café é oferecido gratuitamente e pode ser consumido em grandes quantidades.
    O chamado café americano, como é conhecido no México, é o mais consumido e é uma cópia do que se bebia até poucos anos nos Estados Unidos: aguado e com pouco sabor.

    E você? Como gosta do seu cafezinho?